Na semana de Relações Públicas, profissionais mostram infinitas possibilidades da área

A semana de Relações Públicas da Fiam-Faam em 2020 manteve o alto nível e foi um sucesso. Por conta da pandemia da Covid-19, excepcionalmente neste semestre as conversas sobre a profissão aconteceram virtualmente, mas não deixaram de inspirar os estudantes — que tiveram acesso a grandes profissionais e temas urgentes para o mercado.

Uma das conversas mais inspiradoras aconteceu no último dia 7 de maio, quando Juliana Bortoletto, coordenadora de experiência de candidatos na Matchbox Brasil, e Henrique Andrade, gerente de comunicações corporativas na Dafiti, conversaram sobre as infinitas possibilidades profissionais a serem exploradas no campo das Relações Públicas.

“Ninguém aqui consegue explicar para a própria vó o que faz um profissional de Relações Públicas. E isso não é ruim, porque significa que há muitas possibilidades”, resumiu Bortoletto em sua introdução. O foco, segundo ela, é sempre cuidar da mensagem para colaborar no relacionamento entre empresas e seus públicos.

Nessa ampla definição, é possível trabalhar de diversas formas. Ao descrever sua trajetória — que foi de redatora a vendedora —, Bortoletto colocou-se como exemplo de como, no mercado atual, o profissional de Relações Públicas é versátil.

Outro exemplo da variedade de possibilidades de carreiras em Relações Públicas é Andrade — que comparou sua trajetória profissional a um “menu de degustações”. Formado em Biologia na Usp, Andrade passou a ganhar gosto pela Comunicação ao liderar a empresa júnior de sua graduação. Após cursar disciplinas de Relações Públicas em sua universidade, apaixonou-se pelo sabor da área e migrou de curso.

Além de ter uma carreira versátil, Andrade também mantém interesses ativos na área acadêmica, que dialogam diretamente com sua atuação profissional. Ele fez iniciação científica com Margarida Kunsch, uma das principais referências em pesquisa em Relações Públicas, e incentiva todos a produzirem pesquisa.

Tanto em seu emprego atual, na Dafiti, quanto no anterior, na GE, Andrade usou seu conhecimento acadêmico para se engajar em movimentos LGBTQ dentro das companhias, quando ajudou a moldar a cultura das empresas para serem mais inclusivas. “Quero reforçar a importância e a necessidade de construir a carreira buscando referências, estudando e construindo uma bagagem para colocar tudo isso em prática como eu fiz”, diz.

Ao final, ambos mostraram pelas suas trajetórias e modo de pensar, como a área de Relações Públicas — especialmente em um mundo em constantes transformações — é fértil, complexa e múltipla, especialmente para quem está de cabeça aberta e disposto a estudar mais e mais para transformar teoria em prática.

Que conferir o papo na íntegra? Assista aqui!

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