Roberto Cabrini retorna ao FIAM-FAAM com seu recém-lançado livro “No Rastro da Noticia”

Francisco Roberto Cabrini é um jornalista especializado em jornalismo investigativo e grandes coberturas internacionais. Ganhou os principais prêmios nacionais como repórter investigativo como Esso, Comunique-se, Tim Lopes e Vladimir Herzog. Atualmente, é apresentador e editor-chefe do programa Conexão Repórter, no SBT.

Texto Taigra Brandão [1]

Vídeo Karina Quenis [2]

Edilaine Felix [3]

Jornalista formado pelo FIAMFAAM – Centro Universitário, especializado em jornalismo investigativo, Roberto Cabrini esteve no campus Morumbi, no dia 19 de novembro, para um bate papo com alunos. Diante de um auditório lotado ele falou sobre sua trajetória de mais de 40 anos em coberturas jornalística nacionais e internacionais, em conflitos como no Iraque, Afeganistão, cobertura de cinco Copas do Mundo e Olimpíadas.

Antes de iniciar sua palestra, o  jornalista foi surpreendido por uma homenagem feita pela faculdade. Ele recebeu da instituição uma placa em agradecimento por sua contribuição ao jornalismo à sociedade brasileira. Emocionado, Cabrini enfatizou a importância de voltar à casa na qual se formou e de receber a láurea.

Vicente Darde, coordenador do curso de jornalismo e Manuel Nabais da Furriella, reitor do Centro Universitário FMU|FIAM-FAAM, destacam a importância de ter Cabrini na instituição: É um jornalista único para o país. É muito relevante que os alunos conheçam o tremendo profissional que Roberto Cabrini é”, diz o reitor.

No Rastro da notícia

Cabrini começou a carreira numa rádio em Piracicaba, aos 16 anos. Aos 17 anos, tornou-se o primeiro repórter mais jovem em telejornalismo pela Rede Globo e aos 22 anos cobriu a sua primeira Copa do Mundo. Convidado pela Editora Planeta, escreveu “No Rastro da Noticia”, um livro que apresenta os bastidores de 10 grandes reportagens do jornalista.

Para escrever o livro, que segundo Cabrini “são dez livros dentro de um” tem o objetivo da mostrar os riscos que um jornalista investigativo enfrenta ao elaborar uma matéria. Ele conta também que cada matéria foi escolhida a dedo, as que ganharam prêmios, as que exigiam um controle emocional e psicológico.

“Não é fácil escolher aquilo que vai entrar. Mas, na verdade, o mais difícil mesmo é aquilo que fica de fora. Porque são 42 anos de profissão, 42 anos como contador de história”, diz Cabrini.

Depois da palestra na qual falou sobre as principais técnicas e estratégias do jornalismo investigativo, na qual ele interagiu com alunos na platei e mostrou um vídeo com suas principais entrevistas, como a de Paulo Cesar Farias (PC Farias) e da fraudadora do INSS, Jorgina de Freitas, além de imagens das coberturas da morte de Ayrton Senna, de guerras, de Copas do Mundo, ele respondeu perguntas de estudantes.

Ao final, Cabrini promoveu uma sessão de autógrafos na qual alunos e convidados, tiveram a oportunidade de ter um contato mais próximo com o jornalista.

Confira o vídeo do evento

[1 e 2] Alunas do sexto semestre do curso de Jornalismo. Colaboradoras da Agência Integrada de Comunicação (AICom).

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

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