FMU sedia a 1ª Conferência Nacional de Advocacy

Evento ocorre entre os dias 9 e 10 de setembro, no campus Liberdade. A plenária de abertura com o tema “Advocacy como ferramenta de transformação social”

 

Por Amanda Lima,  Ana Letícia e Clara Briggs [1]

Vídeo: Amanda Lima [2]

Edilaine Felix [3]

O Centro Universitário FMU em parceria com a AdvocacyHUB, ACT – Promoção da Saúde, Pacto pela Democracia, Rede Justiça Criminal e Rede de Advocacy Colaborativo, realizaram entre os dias 9 e 10 de setembro, a 1ª Conferência Nacional de Advocacy. O evento, que reuniu mais de 30 palestrantes, abordou temas atuais com foco na necessidade de projetos sociais para a visibilidade de todos e a luta por direitos.

A plenária de abertura com o tema “Advocacy como ferramenta de transformação social”, Priscila Cruz, do Todos Pela Educação, Oscar Vilhena, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Nilza Iraci, do Geledés (Instituto da Mulher Negra) e Douglas Belchior, da Uneafro, com mediação de Marcello Baird, da ACT, levou para discussão a importância da aplicação do advocacy na sociedade, visando sempre um mundo mais igualitário.

Durante a palestra Douglas Belchior que é professor formado em História pela PUC/SP e também fundador e professor no Movimento Uneafro Brasil, destacou que a Uneafro é uma rede de articulação e formação de jovens e adultos moradores de regiões periféricas do Brasil. “A Uneafro é uma organização que nasce fazendo advocacy, e que se espelha na população negra que faz isto”, diz.

Assunto que ronda os noticiários Priscila Cruz, que é presidente executiva de Todos Pela Educação, comentou sobre os cortes orçamentais que afetam no setor da educação. “Não devemos ter expectativa de qualquer tipo de protagonismo positivo do governo federal como um todo”, afirma.

abertura Fabio, Furriela e Patricia
Na abertura do evento, da esquerda para a direita: Fabio Pereira, coordenador do curso de Direito da FMU, Manuel Nabais da Furriela, reitor do Centro Universitário FMU|FIAMFAAM, e Paula Johns, da ACT (crédito: Beatriz Freitas)

E, de acordo com ela “o advocacy é a parte fundante disso, pois se você quer promover políticas públicas que vão melhorar a vida das pessoas, seja pela saúde ou  pela educação, precisamos abrir essa conversa com o poder público. No final das contas o advocacy é um conjunto de estratégias para que as políticas públicas melhorem.”

Oscar Vilhena, diretor da Escola de Direito de São Paulo da FGV, destacou que o maior desafio em exercer o advocacy é identificar um tema que seja efetivamente de relevância. “Temas que estão sendo movidos pela ação do mercado, ou do estado, dispensam o foco, no advocacy você tem que encontrar aquilo que de fato não será alterado se um grupo não se dedicar a promovê-lo.”

Confira o vídeo do primeiro dia de evento

 

[1 e 2] Alunas do quarto semestre do curso de Jornalismo. Estagiárias da Agência Integrada de Comunicação (AICom).

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

 

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