Novas tendências para produções audiovisuais tornam podcast o meio mais procurado atualmente

“Ninguém vai fazer o seu Podcast a não ser você mesmo”, aconselha Eduardo Vicente

Texto e Fotos Pedro Machado [1]

Carla Tôzo [2]

 

Nesta quarta (24) pela manhã o tema da bancada foi “Podcast como Espaço Alternativo”. Os convidados defenderam a ideia de o podcast ser um dos novos recursos de maior repercussão na internet por unir informação e comunicação alternativa.

Direcionada pelo professor Thiago Venanzoni a bancada contou com os convidados: o professor do departamento de cinema e RTV da ECA/USP, Eduardo Vicente e a antropóloga e membro do Coletivo “Mulheres Críticas de Cinema”, Isabel Wittmann.

Eduardo falou a respeito do início do serviço de Podcast no mundo e sua chegada ao Brasil e as plataformas de streaming mais acessadas, como o Spotify. Segundo ele, o podcast tem um grau de suma importância para os alunos e que o conteúdo apresentado tem tido um Q de vídeo, dando mais oportunidades para os programas: “É como se fosse um ‘Netflix’ do áudio. Os programas estão ali disponíveis pra você ouvir e pronto. O podcast é um filho do rádio”.

Isabel, além de antropóloga e membro do coletivo, também participa do podcast “Feito por Elas” sobre cinema, cultura pop e feminismo. Ela falou a respeito das diferenças entre a audiência do Podcast e de sites de vídeos, como o YouTube: “O público do Podcast é mais engajado. A pessoa baixa e ouve até o final, não é como um vídeo que você abandona no meio. Mesmo assim, o público ouvinte continua baixo”, afirmou.

O professor da casa, Efrem Pedroza, que também esteve presente na plateia falou sobre o incentivo que tem dado aos alunos para produzirem mais Podcasts e enfatizou a importância do meio para produção de conteúdos dos estudantes.

Pré evento

Novamente no primeiro período tivemos a exibição dos documentários produzidos pelos alunos do curso de Audiovisual e RTV. O destaque foi o doc “Netdiva” do aluno Douglas Picelli, que fez uma crítica bem construída aos webstars, youtubers e aos transtornos causados pelo uso compulsivo da internet e papel dos “haters” nesse processo. Douglas afirmou aos presentes ser importante estar em busca de produção do próprio conteúdo. “Façam o melhor desde o primeiro semestre. Não pensem apenas na recompensa. Uma hora ela vem, mas façam por vocês”, disse.

A III Semana de Rádio e TV, audiovisual e Multimídia segue até sexta-feira, dia 26 de abril, com mesas no período da manhã e noite no Auditório Nelson Carneiro, campus Liberdade.

[1] Aluno do oitavo semestre do curso de Jornalismo e estagiário da Agência Integrada de Comunicação (AICom).

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

 

 

 

 

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