Da produção a Crítica: Configurações na Atualidade

Texto e Fotos Pedro Machado [1]

Vídeo: Ana Luiza Antunes [2]

Carla Tôzo [3]

 

Nesta terça (23) pela manhã tivemos mais uma exibição dos documentários produzidos por alunos da casa. Destaque para o doc “A Resistência por trás da #” dos alunos Guilherme Barbosa, Nathalia Lourenço, Raquel Acioly, Sylas Marinho, Carolina Braz e Júnior Soares, sobre o período político atual e as últimas eleições. O doc contou com cenas dos protestos realizados durante o segundo turno no estado de São Paulo, entre setembro e outubro. Todo o produto focou em como o movimento nas ruas teve início nas redes sociais, com a força das hashtags e grupos de apoio.

Outros dois documentários foram exibidos: “A Cor da Lei” do aluno Daniel Bibiano, sobre o sistema de cotas e o racismo no ambiente acadêmico; e “A Linha da Arte” das alunas Lyandra Carron, Tabata Ribeiro e Thais Abade, sobre a música comercial e os artistas independentes no metrô de São Paulo.

Bancada

A mesa composta inteira por mulheres do audiovisual, lideradas pela professora Tainah Negreiros, contou com as críticas de cinema e jornalistas Viviane Pistache, Mariana Nwabasii e Belisa Figueiró, que lideraram o debate a respeito das questões de representatividade e relações nas produções e co-produções brasileiras no audiovisual e o mercado internacional, com uma análise feita por Belisa, e um estudo feito por Viviane.

Da direita para esquerda: Belisa, Prof Tainah, Viviane e Mariana

“O cinema brasileiro é de muita luta. Não é fácil fazer filme no Brasil” afirma Viviane, a respeito da crítica diante dos filmes nacionais. Além do debate realizado, Viviane e Belisa apresentaram dados da Ancine sobre os investimentos já realizados pelo órgão na ajuda das produções audiovisuais brasileiras. Viviane completou “cinema é um lugar de paradoxos, dilemas […] tem obras que possuem seus méritos, contrapontos e pretensão de parcialidade”.

Os alunos questionaram as convidadas a respeito das representações do cinema brasileiro, em especial, as minorias até o recente caso da Ancine e fundo setorial audiovisual brasileiro. Para Belisa o fundo setorial é um dinheiro do setor para o setor “A gente não pode encarar isso como um retrocesso, mas como uma ponte para luta”, afirmou.

Ao final da palestra ocorreu um sorteio com algumas cortesias disponibilizadas pelo Estúdio Itaú para os alunos.

Confira o vídeo do dia 13 de abril

 

A III Semana de Rádio e TV, Audiovisual e Multimídia segue até sexta-feira, dia 26 de abril, com mesas no período da manhã e noite no Auditório Nelson Carneiro, campus Liberdade.

[1] Aluno do oitavo semestre do curso de Jornalismo e estagiário da Agência Integrada de Comunicação (AICom).

[1] Aluna da sexto semestre do curso de Jornalismo e monitora da Agência Integrada de Comunicação (AICom).

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

 

 

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