Documentário “A cor da lei” foi eleito o melhor filme de não-ficção do Festival Audiovisual do FIAM-FAAM

O evento ocorreu nesse sábado e os trabalhos premiados foram contemplados com o troféu da FIAM-FAAM

Por Vinicius Sarcetta [1]

Edilaine Felix [2]

Alunos, professores e visitantes puderam assistir, na tarde de sábado, dia 10 de novembro, no campus Ana Rosa, os documentários finalistas do VI Festival Audiovisual 2018 do FIAM-FAAM Centro Universitário. O evento foi organizado pelos professores Piero Sbragia e Isabella Goulart e contou com a presença do coordenador do curso de Ráfio, TV e Vídeo, Fernando Leme.

O documentário A cor da lei , produzido pelos alunos do FIAM-FAAM, Daniel Bibiano e Ulisses Barros, foi eleito o melhor filme de não-ficção. Para os vencedores participar do festival “é importante para nossa visibilidade, como estudantes e começando no mercado de trabalho, e também credibilidade”. E Bibiano ainda ressalta: “com certeza, ter reconhecimento sobre um trabalho feito é muito gratificante e influencia a gente continuar nessa profissão”.

“A importância do festival é dar visibilidade aos trabalhos desenvolvidos pelos alunos ao longo do curso e do semestre. O nosso objetivo é empregar os alunos o mais rápido possível e essa é uma forma de mostrar o talento, a capacidade profissional de cada aluno”, diz Leme. O evento está em sua 4ª edição e o coordenador espera continuar desenvolvendo esse trabalho e que “os alunos acreditem que esse festival vale a pena e é importante para a carreira profissional deles”.

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Fernando Leme; Isabella Goulart e Piero Sbraglia (da esq. para dir.) apresentam os vencedores (crédito:Vinicius Sarcetta)

Os trabalhos foram escolhidos pelos professores da instituição – Silvio Anaz, Edilaine Felix, Bruno Casalotti, Adriana Câmara, Isabella Goulart, Thiago Venanzoni e Piero Sbragia. Além de trabalhos de alunos que estudam no FIAM-FAAM, o festival recebeu projetos da Universidade Estadual de Goiás, Faculdade São Judas, Estácio de Sá (RJ), Universidade de Fortaleza, Universidade Federal de Juiz de Fora, Universidade do Estado do Amazonas e também da ETEC de Carapicuíba.

O professor Pierro Sbragia, organizador do evento, explicou como foi feita a seleção dos documentários: “No caso dos documentários, nos filmes de não-ficção, um critério muito importante é a questão do engajamento social do filme. Nos filmes de ficção, a gente leva muito em consideração a questão da criatividade. E assim, como fazer algo criativo, sem necessariamente ser repetitivo, sem ser mais do mesmo”. Ele conta que as seleções são feitas por três jurados em cada categoria e no final somam os votos de todos os jurados para a classificação final dos filmes.

 

[1] Aluno do segundo semestre de Jornalismo e estagiário da Agência Integrada de Comunicação (AICom)

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

 

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