Teorias do jornalismo e fake news foram assuntos retratados na SBPjor

O evento ocorre no FIAM-FAAM e os participantes puderam assistir palestras e mesas coordenadas

Por Vinicius Sarcetta [1]

Edilaine Felix

Na tarde de sexta feira, dia 9 de novembro, ocorreu mais um dia do 16° encontro nacional da SBPjor (Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo), que trouxe o tema “Pesquisa em Jornalismo: dos conflitos em pauta aos conflitos do campo”. O evento foi realizado no FIAM-FAAM, no campus Ana Rosa, e os visitantes puderam assistir mesas coordenadas e palestras de diversos temas que rodeiam o mundo do jornalismo.

Um dos temas discutidos do dia foi sobre os “fundamentos teóricos do jornalismo: cultura, autoridade e práxis”, coordenada pelo Felipe Simão Pontes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). A mesa reuniu pesquisadores de todo o país para trabalhar as teorias do jornalismo, discutir sobre a produção do jornalismo e fake news.

Segundo Pontes, coordenador da mesa, “esta edição é a terceira vez que montamos essa mesa e ficou muito forte a intenção entre a produção do jornalismo e a questão da fake news. Discutimos o limite da verdade, da autoridade e da autorreferencialidade jornalística, e também os conceitos basilares do jornalismo, de noticia, além das características dos jornais, a função jornalística e os valores jornalísticos”. E ainda conta que ficou feliz com o resultado dos debates e com presença de pesquisadores de outros estados.

Ele explica que a mesa tem como objetivo colocar diferentes grupos que estão trabalhando dentro de suas universidades, localidades e colocar esses grupos em contatos para trocar angústias, dilemas teóricos e também aprender juntos e  coletivamente. Uma das apresentações da mesa foi sobre “fake news e as contradições da retórica de autolegitimação do jornalismo: um caso de paralaxe”, apresentado por Miriam Cristina Ibanhes e Marcos Paulo da Silva.

Miriam conta sobre a importância do tema: “para mim, a importância é que dessa forma eu consigo me aproximar mais do mundo acadêmico, das discussões do mercado de trabalho, das práticas do jornalismo e de todos esses acontecimentos que estamos vivendo”. E ainda ressalta que isso está sendo muito importante para o começo de uma discussão, talvez de uma nova prática para o jornalismo, uma mudança nos nossos fazeres do dia a dia. “Então a academia é muito boa para isso”, conclui.

 

[1] Aluno do segundo semestre de Jornalismo e estagiário da Agência Integrada de Comunicação (AICom)

[3] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

 

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