Desafios do jornalismo norteiam mesas de trabalhos da SBPJor

Destaques da manhã foram as alterações do rádio e as questões sociais

Textos e fotos: Mateus Lima [1]

Carla Tôzo [2]

 

A manhã do último dia do 8° Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo, realizado pela Associação Brasileira dos Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), realizado na FIAM-FAAM, recebeu diversas apresentações sobre o mundo da comunicação como a narrativa dos veículos de comunicação nas paraolimpíadas, as transformações da rotina do rádio com a migração de am para fm, e também pesquisas e artigos sobre o jornalismo e as questões sociais, como a relação de gênero e a profissão.

A professora doutora Nélia Del Bianco, uma das organizadoras do livro Migração do rádio AM para o FM – Avaliação de impacto e desafios frente à convergência tecnológica comentou sobre os métodos de pesquisa que incluíram outros pesquisadores e os resultados dessa migração. “Ao migrar para o FM a rádio ganhou não só espaço na internet, porque ela pode se integrar também aos dispositivos moveis, como ela também ganhou em termo de atualização de linguagem, e a proximidade do jovem, o jovem já não sabia mais o que era o AM.”, e conclui “e lógico que para o rádio o mais importante foi o rejuvenescimento”

Em outra sala as apresentações foram as pesquisas sobre Marisa Lira, os abusos sofridos pelas mulheres dentro da redação e o estudo da professora doutora Regina Renault sobre O telejornal e a emancipação da mulher: Sandra Passarinho, repórter há quatro décadas.

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professora Doutora Regina Renault 

Regina, que também é repórter e professora de Jornalismo para Televisão na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (Unb), falou sobre a obra e todo o seu processo, e também comentou sobre os desafios do repórter nos dias atuais. “O jovem repórter tem que ser alguém disposto a ir a campo, a ir olhar para a sociedade, para o cidadão, com carinho, com capacidade de escutar, todo mundo despido de preconceito.” , além disso, “como eu sou uma repórter da velha guarda, que trabalho com imagem e texto, acho que é o texto a capacidade do discurso que move a ação política, então o que eu sugiro para esse jovem, é se preparar para esse mundo de complexidade e enfrentá-lo”

 

[1] Aluno do sétimo semestre de Jornalismo e estagiário da Agência Integrada de Comunicação (AICom).

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom)

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