Oficinas, palestras e desafios encerram a 12ª Inovae

Na última noite do evento os alunos apresentaram trabalhos realizado em oficinas 

Marcelo Coelho [1]

Edilaine Felix [2]

No sábado, 12 de maio, chegou ao fim mais uma edição da Feira de Inovações em Arquitetura, Engenharia e Tecnologia da Informação. O evento que está em sua 12ª edição, ocorreu entre os dias 7 e 12, foi um sucesso de público e ocorreu nos novos prédios da FMU.

Na noite de sexta-feira (11) aconteceram oficinas, palestras, desafios e também uma palestra com o ex-aluno Jasiel Macedo, criador do jogo Pesadelo, que foi o seu trabalho de conclusão de curso (TCC). O desenvolvedor de games deu dicas para os alunos que ainda estão na faculdade e dividiu suas experiências no mercado de trabalho.

Outra atração da noite foi o Dojo Programação em pares, que é uma forma divertida de programar. O Dojo é composto por duas equipes que recebem o desafio de criar um programa de computador. O professor Silvio Rogério Lucia, engenheiro de software, explicou melhor como funciona essa forma de ensino: “É uma atividade na qual os alunos recebem um desafio a ser desenvolvido, a diferença é que não tem um efeito competitivo, e sim de trabalhar em conjunto”.

dojo
Alunos participam do Desafio Dojo. (crédito: Marcelo Coelho)

O professor também explicou que eles montam times para desenvolver projetos e que depois, já em pares, produzem o piloto e o copiloto, no qual eles têm cinco minutos para programar. “Terminado esse tempo trocam de posição, e isso envolve toda a equipe no projeto”, completa Silvio.

O diretor de Arquitetura, Engenharia e Tecnologia da Informação, Claudio Brunoro destacou a atuação dos alunos durante toda a semana de evento e fez um balanço positivo do Inovae desse ano: “Essa semana foi incrível, muito boa. Acompanhamos os eventos em todo o prédio e enxergamos o brilho nos olhos dos alunos e o engajamento dos professores envolvidos. É uma semana onde paramos a escola inteira para ver o que tem de novo e como podemos divulgar o que os alunos fazem em sala aula. Saldo muito positivo mesmo”, ressalta.

Desafios

 No Desafio de Estruturas Treliçadas, os alunos puderam colocar em prática o que aprenderam na faculdade. Os estudantes construíram uma estrutura feita de palitos de madeira e que deveria suportar até 50 quilos. Os alunos não fizeram feio e criaram belas estruturas que suportavam o que o peso desafiado.

Estruturas treliçadas e maquetes de palito (crédito: Marcelo Coelho)

No laboratório de automação teve a oficina Robix, na qual os alunos puderam controlar um braço mecânico e realizar alguns desafios, como por exemplo, colocar uma bolinha em uma colher e coloca-las em uma caneca, tudo isso controlando o braço por computador. A oficina reuniu alunos de Engenharia Elétrica e de Automação e de Ciências da Computação.

Israel Noves foi um dos alunos que participaram do evento. O estudante que está no primeiro semestre de Ciências da Computação conta que foi muito importante o conhecimento adquirido. “É bom fazer essas coisas. Eu tinha dúvida do que ia fazer, mas agora que eu consegui programar um braço robótico vejo que é legal o que estou fazendo”, enfatiza.

robix
Braço mecânico na Oficina Robix (Crédito: Marcelo Coelho)

O encerramento do evento, sábado, dia 12, teve uma oficina de empregabilidade a apresentação da escola de samba Grêmio Recreativo Cultura Bloco Carnavalesco Raízes da Casa Verde.

 

[1] Aluno do sétimo semestre de Jornalismo e monitor da Agência Integrada de Comunicação (AICom)

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

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