Mercado de Moda na 2ª Semana de Relações Públicas

Amplitude na área de atuação do profissional de RP foi um dos pontos abordados durante a palestra

Por Laura Yoko [1]

Carla Tôzo [2]

Atualmente, ser um bom comunicador não basta para ser um profissional de RP (Relações Públicas). É preciso ser flexível, criativo, saber utilizar as redes sociais como ferramenta de trabalho, além de conhecer os desafios da profissão na era digital.  Esse foi um dos temas abordados na primeira noite da 2ª Semana de Relações Públicas do FIAMFAAM Centro Universitário, realizado no auditório Ulysses Guimarães no Campus Liberdade.

O coordenador da Index – Estratégias de Comunicação, João Corazza explicou sobre gerenciamento de grandes marcas, desafios no mundo da moda e agência de comunicação unificada. Segundo João, como a moda está sempre em processo de inovação, é preciso estar atento às mudanças que a marca deseja fazer, porém nem sempre é possível atender aos pedidos dos clientes imediatamente. “Às vezes, uma marca quer se posicionar de uma forma, mas no fundo ela ainda não está preparada para isso. Então, existe um tempo de maturação. É você perceber o potencial de cada coleção e maximizar isso”, afirma.

Em relação à escolha da profissão, Thiago Arikawa — diretor de marketing da marca Reynaldo Lourenço — acredita na abrangência de áreas que um RP pode atuar. “Eu queria ter uma diversidade para poder trabalhar. Eu não queria ter uma área específica para atuar no mercado de trabalho […] Como eu sempre gostei de moda, e sempre soube que nunca ia ser um estilista, porque sou mais da comunicação, eu escolhi RP para poder trabalhar na área de comunicação da moda”, disse.

Grandes Marcas X Pequenas Marcas

Em todas as áreas há produtos e marcas destinadas a públicos distintos e, no mundo da moda, isso é comum. Ainda que as agências de comunicação tenham clientes variados deve-se pensar em cada marca como única e planejar estratégias de lançamento de acordo com o segmento.

Para Thiago Arikawa algumas diferenças entre pequenas e grandes agências tornam a rotina do RP um pouco diferente. “O que impacta é a quantidade de pessoas que você conversa o alcance que você tem. Uma pequena marca tem uma dificuldade de atenção em relação à outra com mais tempo de mercado, mais solidificada.”, completa Thiago.

[1] Aluna do sétimo semestre de Jornalismo e monitora da Agência Integrada de Comunicação (AICom)

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

 

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