Diretor da F/Nazca fala sobre mudanças na comunicação das marcas

Ricardo Forli comenta também sobre a participação de mulheres no mercado publicitário

Por Gabriela Cristina e Rachel de Brito [1]

Edilaine Felix [2] 

Na noite de abertura da 2ª PP Week, o diretor geral de atendimento de contas da F/Nazca Saatchi & Saatchi, Ricardo Forli, traz à mesa de debates mais de 15 anos de experiência a marcas de cerveja e três anos de atendimento pleno para diversas contas da empresa, o publicitário também fala sobre as mudanças na comunicação com o advento da internet, as maiores dificuldades do mercado de trabalho hoje dá algumas dicas para quem é apaixonado por publicidade e propagada e quer se arriscar na área.  

Acompanhando há mais de um ano e meio a conta da marca de cerveja Skol, Ricardo fala sobre as transformações mais significativas que vêm acontecendo na criação de campanhas publicitárias para o diálogo da marca. “As principais mudanças na comunicação foram na forma de conversar. Há 22 anos existia um jeito de falar que era a cerveja falando de si, de seus ingredientes, e a Skol trouxe um jeito mais irreverente de olhar, trazendo características das pessoas que consomem o produto.”

Mudanças 

Além das principais mudanças na comunicação da empresa nos últimos anos, o palestrante também fala sobre questões relacionadas às transições socioculturais e à atuação das mulheres nas campanhas publicitárias. Segundo ele, a mudança mais significativa é que a mulher não é mais vista como objeto. “Com as mudanças sociais, as pessoas se importam mais com o assunto e hoje, a produção [publicitária] propriamente dita tem muito mais mulheres do que já teve.”

Mas as grandes mudanças não estão apenas na maneira como a mulher passou a ser vista. Segundo Forli, a publicidade também sofreu transformações no que diz respeito à popularização da internet e à presença dos digital influencers.

“Hoje, qualquer um é produtor de conteúdo. Não são mais apenas as agências que produzem para as marcas”, diz o diretor da F/Nazca. Esse cenário, segundo ele, tem propiciado ainda mais dificuldades para o estudante que quer ingressar na área. “O mercado está difícil, mas sempre tem oportunidade para quem estiver interessado”, destaca Forli.

 

[1] Alunas do terceiro e do quinto semestre de Jornalismo e estagiárias da Agência Integrada de Comunicação (AICom)

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

 

 

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