“Manual estabelece um padrão para os textos e garante qualidade, inclusive nas novas mídias”, diz Vera Magalhães da Folha de S. Paulo

Evento ocorreu no campus Morumbi e atraiu alunos dos cursos de comunicação

Por Gisele Novais e Jennifer Santos [1]

Edilaine Felix [2]

A ex-ombudsman Vera Guimarães esteve no campus Morumbi do FIAM-FAAM, no dia 21 de março de 2018, para debater sobre o Novo Manual de Redação da Folha de S. Paulo. O evento contou com a presença dos alunos dos cursos de Comunicação Social, principalmente de Jornalismo.

Vera comentou sobre o conteúdo do manual – que teve a última versão publicada em 2001 e continuou circulando com pequenas atualizações, e sobre os princípios básicos do jornalismo. O principal diferencial do novo manual é a inclusão do tema “redes sociais”, além de outros assuntos relevantes para os profissionais.

“Rede Social não é exatamente o paraíso, e para nós jornalistas é pior ainda porque pode se tornar um lamaçal. Achamos que atingimos o máximo da liberdade de expressão com a internet, mas jornalista não é igual a todo mundo; o espaço de opinião é bem menor”, afirma a jornalista.

Ela acrescenta que este fenômeno força o jornalista a apurar qualquer informação: “Em 17 anos o mundo mudou completamente e o manual não tratava de nada disso”.

De acordo com Vera, o manual de redação é muito importante, pois estabelece um padrão para os textos e garante a qualidade, inclusive nas novas mídias. Além disso, é uma fonte segura de consulta porque os profissionais podem saber quem escreveu e como foi formulado.

O Manual contém os princípios da Folha, código de ética, regras da língua portuguesa, verbetes e dicas para aprimorar a escrita. O conteúdo também reforça a importância de se escrever de uma forma clara e concisa.

Para o aluno do 7º semestre de jornalismo, Paulo Octavio, o manual é fundamental para que possamos tomar cuidado com as nossas palavras, pensar em como montar um bom texto e título apropriado. “É importante porque serve como um guia, um norte para saber para aonde a gente deve ir e o que devemos fazer”, conclui.

 

[1] Alunas do sétimo semestre de Jornalismo e monitoras da Agência Integrada de Comunicação (AICom).

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

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