ESPECIAL 45 ANOS: Mais 45?

Para o futuro, FIAM-FAAM investe na pesquisa, ensino, extensão com foco na empregabilidade

Edilaine Felix
(texto original Revista Dumela) *

“Já temos que produzir o futuro e nos anteciparmos. Vejo que o FIAM-FAAM tem feito isso e tem apoiado a FMU, instituição irmã, mais tradicional pelos cursos, história”, diz a reitora do Complexo Educacional FMU/FIAM-FAAM, Sara Pedrini, que afirma que a instituição tem ajudado muito os professores e os estudantes a encarar os novos desafios.

Pensar no quem acontecendo, quais são as expectativas dos alunos, no perfil do egresso, do aluno que queremos formar, olhando para o mercado de trabalho e para essa movimentação que ocorre no mundo. Esses são os propósitos dos cursos de jornalismo e publicidade, de acordo com a diretora da escola de Comunicação, Educação, Artes, Designs e Moda, Simone Espinosa.

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Sara Pedrini, reitora do Complexo Educacional FMU/FIAM-FAAM

Por sua vez, o coordenador do curso de Jornalismo, Vicente Darde aponta o tripé que considera muito importante nesses 45 anos: ensino, pesquisa e extensão. “Levar o mercado para dentro das salas de aula e laboratórios, mas também pensar o mercado de uma forma crítica, de que forma podemos pensar o mercado, nossas práticas e experimentações dentro da instituição.  Na pesquisa estamos incentivando a iniciação científica, a monitoria, e poder repensar as práticas jornalísticas. No mestrado profissional em jornalismo, o primeiro do sudeste do Brasil e um dos cincos do País, demonstrando uma visão positiva do jornalismo. Na extensão a proximidade com os egressos e ações com a comunidade em geral, a sociedade, ações de responsabilidade social.”

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Vicente Darde, coordenador do curso de jornalismo

Há dois anos coordenando o curso de jornalismo, Darde destaca a reformulação da matriz curricular, as atividades para os alunos fora de sala de aula, os cursos livre de extensão, as atividades de monitoria, da rádio FIAMFAAM. De acordo com ele um ambiente que propiciou a criação de núcleos de ensino e pesquisa, possibilitou que alunos participassem de outros cursos e projetos, como os do Sebrae, da Semana Estado de Jornalismo, do jornal O Estado de S. Paulo, parcerias com a Folha de S. Paulo, a TV Record, com profissionais debatendo o mercado de trabalho com os alunos. “São ganhos que nos últimos anos vem fazendo a diferença, porque o mercado tem exigido muito mais do aluno e ele precisa deve formação complementar e essa aproximação com o mercado.”

A criação dos núcleos de estudo também foi muito importante – principalmente o Nera e Nuge. “Tão importante que assim que eu cheguei eu percebi que deveríamos institucionalizar. O núcleo trata de temas transversais, por isso hoje já compõe os núcleos cursos de História, Secretariado, Fotografia, Design, Musicoterapia, Artes Visuais. Não tenho um levantamento numérico, mas não se fala tanto nas questões étnico-raciais e de gênero em instituições deste país como nós tratamos e falamos com nossos alunos”, diz Simone.

 

* O texto na íntegra poderá ser conferido no primeiro número da Revista Dumela – revista do Núcleo de Estudos Étnicos-Raciais (Nera) em fevereiro de 2018

 

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