Mobilização social pauta manhã de discussão

Diretor de engajamento do Greenpeace e fundador da Hamburgada do Bem abordam a missão do terceiro setor em engajamentos sociais

Por Gabriélle Cornélio[1]

Edição por Mayara Lobato[2]

Marcando a metade da Semana de Comunicação do FIAMFAAM Centro Universitário, a quarta-feira (04/10) iniciou-se com compartilhamento de ideias e experiências no Campus Liberdade.

Thiago Salles, fundador da Hamburgada do Bem – projeto responsável por distribuir hambúrgueres, recreação e informação em comunidades carentes – foi um dos participantes da mesa de debates sobre mobilização social e terceiro setor. A Hamburgada do Bem atua em várias regiões do Brasil com colaboradores voluntários responsáveis por manter esse projeto, e desde de seu nascimento já organizou 29 eventos, em comunidades diferentes.

Também compondo a mesa, Renato Guimarães, jornalista com pós-graduação em comunicação corporativa e gestão de marcas. Possui mais de 15 anos de experiência na área e, atualmente, é diretor de engajamento do Greenpeace – organização global que atua na defesa do meio ambiente e promoção de paz.

No desenrolar da palestra os convidados expuseram como a mobilização social é crescente para que o terceiro setor – prestação de serviços públicos por iniciativas privadas e sem fins lucrativos – caminhe para o êxito. Para eles, mobilizar é um ato de liberdade, que necessita de foco, precisão e razão. Não é só pensar em como fazer, mas para que fazer.

Thiago explicou aos estudantes que na organização todos voluntários aprendem brincando e que os eventos impactam não só na vida das crianças, mas também de cada voluntário. Ele conta que vários colaboradores já foram superaram a depressão por meio do “se dar ao próximo”. “A gente só pode ser feliz se a gente faz alguém feliz”, Thiago aponta este como lema da organização.

Para o jornalista Renato Guimarães, o profissional de comunicação precisa ser capaz de transitar por todas as áreas, pois elas devem conversar entre si. Ele acredita que as barreiras da comunicação são quebradas quando pessoas com interesses comuns se encontram. “A gente [Greenpeace] não mobiliza ninguém, as pessoas se mobilizam naquilo que acham interessante”, afirma Renato.

Por fim, os palestrantes abriram para perguntas dos alunos. “Saí da palestra com esperança maior no ser humano e acreditando que, com vontade, podemos mudar a vida do próximo”, desabafa Patricia Trindade, 20 anos, estudante do sexto semestre de Jornalismo.

foto 2
Renato Guimarães, do Greenpeace, discute mobilização social com os alunos.

Confira também a reportagem em vídeo produzida por Gabriel Dias, aluno do sexto semestre do curso de Jornalismo e monitor da AICom:

 

[1] Aluna do sexto semestre de Jornalismo e monitora da Agência Integrada de Comunicação (AICom).

[2] Professora do curso de Jornalismo. Atua na Agência Integrada de Comunicação (AICom).

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