Para alunos, teoria se aproxima da prática em debate sobre internacional

Por Giuseppe Frateschi 

 

Alunos, ex-alunos, professores e interessados na área lotaram o auditório Nelson Carneiro, no campus Liberdade do FIAM-FAAM, na manhã de terça-feira, dia 4 de abril, para mais uma mesa da Semana de Jornalismo. Com o tema central cobertura internacional, a mesaabordou assuntos como descentralização das redações, ruídos na cobertura jornalísticainternacional, agenda setting,história e geopolítica. 

 

“Eu espero que eles consigam esclarecer alguns questionamentos que eu tenho, como, por exemplo, a relação do jornalismo com a cobertura internacional e como isso impacta ou interfere no Brasil”, diz o estudante de jornalismo Jefferson Santiago, de 22 anos. 

 

Os palestrantes mostraram que não é fácil ser um correspondente internacional, seja para um jornal, para uma agência de notícias. A estudante e professoraRita de Cássia Moura,com 22 anos, é formada em letrase faz graduação em jornalismo. Para ela, trabalhar com jornalismo internacional é o sonho de todo o estudante da área(…). “Essa interação proporcionada pelo evento é incrível, pois tudo o que temos de teoria desde o primeiro semestre pode ser mostrado na prática”, ressalta. 

 

De acordo com a subeditora Flávia Marreiro, a cobertura jornalística, seja ela nacional ou internacional está perdendo espaço para as agências de notícias que estão entrando cada vez mais no país. “Se na época doArbex (José Arbex Jr.) aFolhatinha cerca de 15 correspondentes, na minha eram apenas cinco (…) Uma profissão de suma importância, que pode ter uma visão muito maior sobre o que está acontecendo no país, perde espaço, pois é muito caro manter um correspondente internacional”, revela. 

 

Já para HellenSilva, que também é estudante de jornalismo, essa confluênciade ideias e opiniões é de extremo valor para os futuros profissionais:“Eu acho que a cobertura internacional é muito importante. Muita gente não sabe o que está acontecendo em outros países, e é preciso mostrar que, embora não nos afete diretamente, precisamos pensar e conhecer um pouco mais sobre os outros [países]”. 

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