Iniciação na pesquisa

FIAM-FAAM-Centro Universitário realiza I Simpósio de Pesquisa e Iniciação Científica e estimula a reflexão sobre a prática da comunicação

Por Murilo Silberman[1]
Edição: Fabíola Tarapanoff[2]

Muitos entram para uma graduação apenas para seguir uma profissão. Por outro lado, outros querem ir mais a fundo e ingressar nas áreas de pesquisa. Para isso, a Iniciação Científica é o ponto de partida. Com o objetivo de trazer o aluno para esse ramo acadêmico, o FIAM-FAAM-Centro Universitário realizou o I Simpósio de Pesquisa e Iniciação Científica.  O evento lotou o auditório do campus Ana Rosa e contou com a participação de professores, alunos e ex-alunos da graduação, estudantes da pós-graduação e do Mestrado Profissional em Jornalismo. “A iniciação científica contribui para a reflexão do fazer comunicação”, explicou Vicente Darde, coordenador do curso de graduação em Jornalismo e do Mestrado Profissional em Jornalismo da instituição.

A mesa de abertura contou com a participação da professora Maristela Bizarro, coordenadora do Comitê de Pesquisa e Iniciação Científica. Além disso, participaram do debate os professores Rafael Grohmann, coordenador-adjunto do Mestrado Profissional em Jornalismo, Michelle Roxo, também professora do Mestrado e do curso de graduação em Jornalismo e Marcelo Gabbay, professor do curso de graduação em Publicidade e Propaganda. “Um simpósio como esse só conseguimos realizar com parceiros, alunos e professores, empenhados”, ressaltou Maristela.

Todos eles destacaram a importância do evento para a universidade e carreira profissional do aluno. Ainda falaram sobre o desinteresse de alguns sobre o ramo da pesquisa. “As pessoas acham que a pesquisa é morta. Mas é interessante conhecer os textos e depois ver as pessoas que os fizeram. A pesquisa é algo vivo”, destaca Rafael.

A iniciação científica é muito importante para o currículo de cada estudante e também para o desenvolvimento da pesquisa na instituição”, concluiu Michelle Roxo.

Os professores finalizaram com um convite para que novos alunos façam a iniciação cientifica no próximo semestre. Para encerrar, a abertura do simpósio teve a apresentação teatral do Núcleo de Criação e Produção em Dramaturgia (NUDA), comandado pelo professor Luiz Lopreto.

Pesquisas em destaque

Logo após a abertura, começaram as sete mesas de apresentações das pesquisas dos alunos de Comunicação do FIAM-FAAM-Centro Universitário.

 O curso de Publicidade e Propaganda teve duas mesas de apresentação. A primeira, sob o comando da professora Lye Prando, contou com os trabalhos “Aspectos cinematográficos nas trilhas sonoras dos comerciais televisivos”, de Aline Reis Pinheiro e “Abordagem publicitária nas redes sociais – estudo de caso da campanha da Coca-Cola no Natal de 2015”, de Ivan Lucas Epifânio, ambos orientados por Marcelo Gabbay. Além disso, foram apresentadas as pesquisas “Mad Men: publicidade e gêneros televisionados”, de Stephanie Schwarz, sob orientação de Mairê Miranda e  “O poder da comunicação publicitária e seu engajamento em até 140 caracteres”, de Renê Ruchet, com orientação de Samara Brochado.

A segunda mesa foi coordenada pela professora Neide M. Arruda e contou com os trabalhos “Comunicação integrada para expansão da marca NFL e implantação da cultura do futebol americano no Brasil”, de Daniel Palermo e  “O licenciamento de personagens da Cartoon Network como estratégia de publicidade híbrida”, de Vitor Calheiros Maciel, ambos orientados pela professora Lye Prando.

O curso de Jornalismo também contou com duas mesas de pesquisas. A primeira foi coordenada pelos professores Marcelo Salgado e Carla Tôzo, que comentaram sobre os trabalhos “Traçando uma nova rota: estudo comparativo entre portais alternativos de jornalismo do Brasil, Argentina e México”, de Janaína Santana Alberto e “Jornalismo periférico: produção e consumo de notícias na periferia”, de Diliane Gomes Silva, ambos orientados por Cláudia Nonato. Foi apresentada ainda a pesquisa “A influência do uso de redes sociais nos leitores de revista: uma análise do perfil do Instagram da jornalista Mônica Salgado”, de Vanessa Tavares dos Santos, orientado por Mayara Lobato.

A segunda mesa do Jornalismo foi coordenada pelas professoras Heloísa Prates e Beatriz Trezzi Vieira e contou com mediação do aluno do Mestrado Profissional em Jornalismo Emílio Coutinho. Eles analisaram as pesquisas “Minhocão: ame-o ou deixe-o”, de Ugor Lu-Did Feio Barbosa, orientado por Fabíola Tarapanoff e “Ascensão do Estado Islâmico: relatos ocultados por fontes oficiais e mídia”, de Bruna Lucinio Martuchi, orientado por Marcelo de Mattos Salgado.

Já a mesa de Rádio, TV e Vídeo teve como convidadas as professoras Maria Isabel Blanco, Fabíola Tarapanoff e Michelle Roxo. Elas comentaram sobre os trabalhos “Toma lá dá cá: política e poder retratados no sitcom brasileiro”, de Lizandra Teixeira Silva, orientado por Leticia Capanema e “A importância da trilha sonora para a teledramaturgia – um estudo baseado nas obras de Gilberto Braga”, de Jéssyca Christine da Silva Evangelista, orientado por Heloisa Prates Pereira. Ainda foram apresentadas as pesquisas “Na contramão da norma branca: negros e mulheres nos desenhos animados e filmes de super-heróis”, de João Vitor Rachid Bastos, orientado por Isabella Goulart e “Vinhetas de abertura da telenovela brasileira: uma análise semiótica de suas representações imaginárias”, de Danilo Benites Paulino, orientado por Giovani Pagliusi.

A banca de Relações Públicas contou com a professora Fabia Gomes analisando os trabalhos “O papel das relações públicas nas organizações e as teorias da comunicação no século XXI”, de Laura Helena Dias Cavalheiro, orientado por Neide M. Arruda e “Campanha da AIDS: como o público jovem recebe essa comunicação governamental”, de Mirela Neris dos Santos, orientado por Maria Lúcia. Por fim, a professora comentou sobre a pesquisa “A criação de um best-seller”, de Stephani Romão, orientado por Heloisa Prates Pereira.

A mesa sobre “Questões de Gênero” teve a coordenação da professora Mayara Lobato e apresentações de “De figurante à protagonista: análise do posicionamento da Dove frente ao público feminino com a campanha Real Beleza”, de Fabiana Benassi, orientado por Maristela Bizarro e “G1 – O olhar sobre o parto humanizado”, de Thamyres Rafael Onofre de Sousa, orientado por Carla Tôzo.

O professor Marcos Zibordi comandou a mesa no auditório sobre “Livro- Reportagem”, com projetos desenvolvidos por alunos do curso de Jornalismo para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). A mesa contou com a mediação do aluno do Mestrado Profissional em Jornalismo, Rômulo Cabrera. No primeiro momento foram apresentados os livros-reportagens “Mulheres agredidas que revidam”, de  Andreia Martins de Barros, “Presas estrangeiras no Brasil”, de Amanda Luiz Marques e “Moradoras de rua grávidas”, de Patrícia Braga.

Na segunda parte, com o tema “Dramas contemporâneos”, foram apresentados os livros “Crime: crianças desaparecidas”, de Txai Zerbeto Suares Souza, “Imigração: haitianos em concórdia (SC)”, de Letícia Kutzke e “Tecnologia: experiências sem internet”, de Rômulo Cabrera.

 

[1] Aluno do quinto semestre do curso de Jornalismo do FIAM-FAAM-Centro Universitário e monitor da Agência Integrada de Comunicação.

[2] Professora do curso de Jornalismo do FIAM-FAAM-Centro Universitário e responsável pela Agência de Jornalismo.

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